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Recuperação dos investimentos e a governança da Previ

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8 de julho de 202028 de agosto de 2020
Márcio de Souza

Há sinais encorajadores de recuperação dos investimentos da Previ, depois da queda do primeiro trimestre provocada pela maior crise em mais de 100 anos. Os números de maio foram melhores que abril, quando começou a reação. E pelos dados ainda não consolidados, junho deve seguir a tendência.

O Plano 1 teve superávit de R$ 4,73 bilhões em maio, o que somado ao resultado positivo de abril chega a R$ 7,31 bilhões, revertendo parte do déficit de março. A rentabilidade foi de 2,98%, acima da meta atuarial de 2,01%. Confira no Boletim de Desempenho.

Já o Previ Futuro teve rentabilidade de 2,19% em maio, também superior ao indicador do plano, acumulado em 1,96% em 2020. Veja o desempenho do plano em maio.

A recuperação dos investimentos da Previ, mesmo na crise, vinha sendo apontada pelos diretores eleitos desde o final do primeiro trimestre, auge da queda na Bolsa. É uma avaliação que parte de dados concretos e envolve vários fatores.

O diretor eleito de Administração, Márcio de Souza, explica nesse vídeo:

Em primeiro lugar, os ativos da Previ estão investidos em empresas sólidas da economia real. O valor das ações cai nos momentos agudos de crise, mas depois se recupera.

Além disso, a Previ tem uma governança exemplar, com participação ativa dos associados não somente na fiscalização, mas também nas tomadas de decisão. Essa governança, que inclui também um corpo técnico de excelência formada por funcionários do Banco do Brasil, garante à Previ uma das maiores rentabilidades e os menores custos administrativos do sistema de previdência complementar.

De 2016 a 2019, segundo dados da Abrapp (que reúne todos os fundos de pensão fechados), entre os quatro maiores fundos a rentabilidade do Previ Futuro foi a maior (92,88%) e o Plano 1 a segunda maior (73,53%). Veja quadro.

Comparativo

Com a acentuada queda da taxa Selic, os números comparativos tendem a melhorar porque a Previ tem uma maior diversificação de investimentos. Enquanto os fundos consolidados pela Abrapp (excetuando a Previ) têm 82% dos ativos investimentos em renda fixa e apenas 10,8% em renda variável, os números do Plano 1, respectivamente, são de 40,8% e 50,3%. E no Previ Futuro são de 61,1% e 23,1%.

Outra vantagem comparativa da Previ é que tem os menores custos administrativos (total das despesas administrativas com a gestão previdenciária e de investimentos, dividida pelos recursos garantidores). Em 2018, o custo da Previ foi de 0,16%. Dentre os 10 maiores fundos de pensão brasileiros o que ficou mais próximo da Previ teve 0,22% de custo administrativo, o terceiro 0,28% e o quarto 0,35%. Confira aqui.

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